Por Yuri Schein
Mais uma vez, o Rio Grande do Sul é assolado por enchentes históricas. Casas arrastadas, famílias desabrigadas, vidas ceifadas. A mídia fala em “tragédia climática”, os políticos em “mudanças climáticas”, os especialistas em “infraestrutura precária”. Mas quase ninguém fala daquilo que realmente seca o coração do povo: a ausência de Deus em nossa cultura.
O problema não é apenas meteorológico
- As chuvas são fortes, mas não mais fortes que a soberania de Deus.
- O Estado promete reconstrução, mas não consegue reconstruir a moral de uma sociedade que abandonou a Palavra.
- O povo clama por socorro, mas continua adorando ídolos modernos: política, ciência autônoma, dinheiro.
A idolatria da autossuficiência
O homem moderno acredita que pode controlar o clima, prever o futuro, salvar-se por tecnologia. Mas quando as águas sobem, sua arrogância afunda. A enchente revela a fragilidade da civilização sem Deus.
A verdadeira reconstrução
Não basta erguer casas mais altas ou construir diques mais largos. É preciso reconstruir o coração humano.
- O povo que teme ao Senhor não vive em desespero, mesmo em meio às águas.
- A comunidade que confia em Cristo encontra esperança além da lama.
- A sociedade que reconhece Deus como Rei entende que cada tragédia é um chamado ao arrependimento.
Conclusão
As enchentes do Rio Grande do Sul são mais do que um desastre natural: são um espelho espiritual. O Brasil não precisa apenas de obras emergenciais; precisa de regeneração nacional.
Porque só quando o homem se curva diante de Deus, ele encontra firmeza mesmo quando o chão desaparece sob seus pés.
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