STF Retoma o Julgamento de Bolsonaro. Tirania da Toga?

 


por Yuri Schein 

O Supremo Tribunal Federal voltou a julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de conspirar em um suposto golpe. O país observa, mas o espetáculo já deixa claro: não é apenas sobre Bolsonaro, é sobre o poder concentrado que decide o destino de cidadãos e eleitores.

A acusação fala em minar a confiança nas instituições; a defesa questiona provas e legalidade. As penas discutidas podem chegar a 30 anos: um alerta sobre como o poder, fora de seu limite, se torna instrumento de intimidação política.

Enquanto parte da imprensa celebra a “novela democrática”, outros veem perseguição. E no meio disso, o STF, que deveria ser guardião da Constituição, se comporta, na opinião de outros: como ator político, lembrando que liberdade e justiça não nascem de tribunais omnipotentes.

O problema é estrutural: um país que troca a fé em Deus pelo culto a políticos corre o risco de idolatrar homens comuns ou demonizá-los conforme a conveniência. Como diz o Salmo 20:7, “Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus.” No Brasil, por enquanto, o palco é o STF e a liberdade, coitada, assiste de plateia.

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