por Yuri Schein
O Grande Lago Salgado (Utah, EUA) decidiu brincar . De repente, aparecem “ilhas vivas” boiando como se fossem organismos conscientes, cobertas de juncos, flutuando como criaturas anfíbias. A imprensa chama de “mistério natural”, a ciência fala em “fenômeno ecológico”, mas ninguém ousa admitir o óbvio: é só mais um teatro da criação para nos lembrar quem manda.
Os sábios de laboratório tentam explicar o inexplicável com as mesmas fórmulas cansadas, vento, correntes, decomposição orgânica. É a idolatria do acaso vestida de jaleco. Mas, como sempre, suas explicações só reforçam a nossa tese: a natureza não é autônoma, não se organiza por si, não cria ex nihilo. Só Deus decreta e executa cada detalhe. Se uma cabra aparece no telhado, foi Ele. Se ilhas se levantam de pântanos mortos, foi Ele também.
Eis a ironia: as tais “ilhas vivas” não são vivas coisa nenhuma. São apenas cadáveres vegetais costurados pela providência para zombar dos que acreditam em mundos possíveis aristotélicos ou em “forças da natureza”. Quem não enxerga Deus nisso está cego de teimosia.
O sal do lago mata, mas Deus faz brotar vida até de lá. Ele move lama e vento, junta pedaços mortos, e transforma em espetáculo. A lição é simples: só existe uma Ilha Viva: Cristo ressuscitado. O resto é pântano que flutua até afundar.

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